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-minimalistaARROBA@gmail.com
6002oooo... (várias pistas) --> ( às vezes --><-- ) <-- o (mínimo flutuante) --> ( às vezes --><-- ) <-- L (mega)27/12/01 - .. e com vocês 'os melhores do ano!':
melhor disco: amnesiac - radiohead
melhor filme: requiem for a dream - darren aronofsky
melhor série de tv: dead last
melhor abertura de série de tv!: dead last
melhor site: RIZOMA11/12/01 - mais testes:
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I am a Lobster Telephone. For nine potatoes have my multi-throttled keys subdued the nice leaves of strangers. Sprays of wild satin guacamole enters my document. I relish four mushroom deals with metal.
Do you bite the wax tadpole? The Utterly Surreal Test
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Personality Disorder Test:Disorder | Rating
Paranoid: Low
Schizoid: High
Schizotypal: Very High
Antisocial: Low (?)
Borderline: Low
Histrionic: Low
Narcissistic: Low
Avoidant: High
Dependent: Moderate
Obsessive-Compulsive: Moderatetest: http://www.4degreez.com/misc/personality_disorder_test.mv
info: http://www.4degreez.com/misc/disorder_information2.html-
10/12/01 - o site oficial de David Lynch está estreando hoje07/12/01 - sim, aqui também tem resultado de testes!:
If I were a work of art, I would be Pablo Picasso's Three Musicians. I am colourful and provoking, always looking to break out of the mould and to pioneer new ways of doing things. I have a jaunty outlook and although I am a bit weird, most people have some idea what I'm about.
Which work of art would you be? The Art Test
as perguntas e as respectivas respostas:
How are you most likely to smile?
- Joyfully
Which do you prefer?
- Modern technology and convenience.
Are you an indoor or outdoor person?
- Indoor
What is your favourite subject?
- Music
What sort of colours do you prefer?
- Pastel shades
Which are you?
- Off in my own fantasy world
What do you enjoy most?
Relaxing
28/11/01 - Polyester vai passar no TNT. isso mesmo, o clássico trash de John Waters irá ao ar no dia 28 de dezembro às 3:15.
22/11/01 - "Tudo é demasiado e pouco (...) jamais aprendi a medida certa das pessoas, das palavras, das emoções e das coisas."
Mayra Pleasure Vera (http://www.informarte.net)12/11/01 - buffy está a ponto de pular o tubarão!
01/11/01 - entre parênteses:
- "A arte do Absurdo
Uma Breve BiografiaA noção de absurdo se origina desde a Grécia antiga com os filósofos eleatas. O mais famoso discípulo de Parâmides, Zenão de Eléia (século V a.C), já introduzia o absurdo aparente como princípio de raciocínio filosófico, ao provar matematicamente a impossibilidade do movimento, que seria uma ilusão dos sentidos. Diógenes Laércio identificou em Zenão o criador da dialética, isto é, da lógica entendida como redução ao absurdo. Nota-se nas aporias paradoxais (caminhos sem saída) de Zenão uma redução ao absurdo das teses pitagóricas, que atribuíam ao ponto uma determinada dimensão.Da parte dos sofistas tais métodos serviam para demonstrar, ironicamente, a falsidade das proposições de um adversário. Estabeleceram-se, assim, na escolástica, dois métodos contestatórios: a probatio per absurdum (prova pelo absurdo) e a reductio ad absurdum (redução ao absurdo). No primeiro se pretendia provar a verdade de uma proposição pela falsidade evidente de sua contraditória (por exemplo o Teorema de Pitágoras); no segundo caso ocorria uma inversão do significado inicial de uma proposição, provando-se a sua falsidade pelo exagero de suas conseqüências até o ridículo (por exemplo a Teoria dos Limites, na matemática). A reductio ad absurdum constituía-se, pois, num método irônico de ridicularizar uma doutrina adversária. Através do uso escolástico o absurdo identificou-se na Antiguidade com o conceito de falso.
Muito antes, entretanto, da escolástica, já é possível reconhecer a origem do moderno conceito de absurdo, identificação com o conceito de não racional, de algo fora dos limites da compreensão racional.
Seguindo vertentes diferentes do intelectualismo dos métodos escolásticos, e até mesmo mais antigas ao mesmo, eram as teses religiosas de Tertuliano (155 d.C.). Ele professava que a fé consiste apenas a crença, sem qualquer necessidade de compreensão racional. Ao ser acusado pelos pagãos de defender dogmas absurdos e contrários à razão, Tertuliano respondeu, em sua obra de De Carne Christi (Sobre a carne de Cristo), com a frase, Credo quia absurdum (Creio porque é absurdo), erroneamente atribuída a santo Agostinho. Alguns dos principais filósofos incorporaram as disposições anti-racionais do Credo quia absurdum, entre eles santo Agostinho, santo Anselmo e são Bernardo de Clairvaux.
A noção do absurdo esteve, assim, latente nas filosofias irracionais ou nas que se recusavam a encontrar uma explicação racional para a existência. Paralelamente a essas filosofias, tal noção encontrava-se também subjacente em muitas expressões artísticas do passado, sobretudo nas manifestações do nonsense, do fantástico, da literatura dos sonhos, do humor negro, etc. O nonsense, o fantástico e o humor negro são conceitos afins ao de absurdo no sentido moderno, mas distintos.
O nonsense seria o disparatado puro e simples, o absolutamente sem sentido, enquanto o absurdo teria sempre um sentido, embora inexplicável e recôndito; o fantástico se situaria numa fronteira indefinida entre a realidade e a irrealidade, ou seria um modo peculiar de ver a existência, através de fantasias individuais, enquanto o sentimento do absurdo estaria ligado ao real em si mesmo, independente das projeções subjetivas (e neste sentido seriam fantásticas as obras de Edgar Allan Poe, E. T. A. Hoffmann e Gérard de Nerval, enquanto modernamente a obra de Franz Kafka se poderia enquadrar na temática do absurdo existencial); e, finalmente, o humor negro (com o jornalista americano Ambrose Bierce) se caracteriza como expressão essencialmente gratuita, enquanto a noção de absurdo estaria comprometida com a busca de significação para o real.
Apesar, entretanto, dessas diferenças, a afinidade de tais manifestações com o tema do absurdo evidenciou-se em vários autores modernos, que utilizaram o nonsense e o fantástico como elementos de uma nova indagação do significado da existência; e até mesmo o humor negro, caracterizado pela gratuidade em autores de um passado recente (os surrealistas, por exemplo, Salvador Dali), revelou-se como algo carregado de novas conotações, nas obras de um Kafka ou de um Samuel Beckett.
Temos no séc. XX muitos escritores que tratam da temática do absurdo. A obra de ficção de Franz Kafka é um excelente exemplo. Em seus romances, a ação dos heróis parece destituída de significação, pois está condicionada a uma potência invisível e imprevisível. Sua obra parece indicar a inutilidade das ações humanas diante de uma lei desconhecida.
A noção do absurdo da existência, subjacente em alguns precursores da filosofia existencial (Sören Kierkegaard, Miguel de Unamuno e outros), tornou-se núcleo básico de algumas expressões filosóficas e artísticas modernas. Os existencialistas rejeitaram as hipóteses metafísicas e teológicas para a explicação da existência e introduziram a noção do fracasso ontológico do homem, cuja vida seria "uma paixão inútil" (Jean-Paul Sartre).
A tese do absurdo existencial foi explicitada por Albert Camus em Le Mythe de Sisyphe, essair sur l’absurde (O Mito de Sísifo, ensaio sobre o absurdo), ensaio em que o personagem mitológico Sísifo encarna a inutilidade do esforço humano. Ao lado da expressão filosófica, a obra ficcional e dramática de Sartre e Camus revelaria também, através de situações típicas, a problematização do absurdo. As mais características, nesse sentido, seriam Le Mur (O Muro), contos de Jean-Paul Sartre em que personagens decidem sobre os seus destinos contra as leis da razão social, Calígula e a La Peste (A Peste), drama e romance de Albert Camus em que os personagens se rebelam contra a própria condição humana, reduzida à sua impotência individual ou coletiva.
Os existencialistas procuraram uma saída para o dilema da condição humana, propondo a escolha lúcida do próprio destino (Sartre) ou a revolta (Camus). Esta saída foi negada pelos representantes do teatro do absurdo, que não admitem sequer a possibilidade de explicação para o real, proclamando a impotência dos atos humanos. Neles, ao sempre realista, o absurdo emerge funcionalmente na própria representação cênica, com a arte de Maurits Cornelis Escher, com a mímica grotesca, o nonsense, o humor negro e as expressões parabólicas."
fonte: M.C. Escher (crinceptacuro)
01/11/01 - grupo de 1:
não-somos-nem-seremos-ou-talvez-somos-no-sereno!: grupo anti-social (predominantemente de classe média também, como todos aqueles que você já ouviu falar antes) cujo maior interesse é ter o menor interesse possível em ser e poder. outros interesses:
>aspectos estimulantes da depressão!!
>paradoxos!
>música: psicodélica, abstrata, etérea (preferencialmente instrumental)
>cinema: igualmente psicodélico
slogan para as massas: desligue o liga e ligue o in!25/10/01 - minimal f apresenta.. mini reporte de mini detalhes insignificantes (ou não) parte 1:
sensação: deliciosamente estranha!
música: "my weakness" - moby
mente: continua funcionando.. ..precariamente03/10/01 - minimaLista Polifônica atualizada
01/10/01 - estamos em novas instalações para melhor serví-lo!
12(depois do 11)/09/01 - "O homem é o mais esperto dos animais. E o único dentre eles que se comporta como imbecil." - Albert Schweitzer
06/09/01 - lois lancaster, um dos pensadores preferidos deste site, agora tem coluna na revista tranx
06/08/01 - "lembrançinhaaa!"
29/07/01 - Splendor, de Gregg Araki (um dos diretores favoritos deste site) vai passar no Cinemax nos dias 5 (22:00), 9 (23:45), 13 (2:45), 17 (16:30), 21 (6:00), 25 (12:00) e 29 (20:00)
01/07/01 - Musa do mês: Alisen Down (img)
13/06/01 - filmografia básica
07/03/01 - Gnutella, apoie essa idéia!
06/03/01 - "...panssexualismo não é uma opcão, é apenas uma questão de achar o buraco certo." Suruba em "A Carne Mata"
28/02/01 - acid link: restless
-18/02/01 - ...e as citações zumbianas continuam:
"Eu vou levar toco dessa garota, eu vou levar.
"Já tenho namorado." Esse lugar tá ocupado? "Tá."A: - Bom, o papo é o seguinte: eu encontrei meu amor verdadeiro. A mais pura das minhas afeições. O verdadeiro
motivo para eu sustentar meus sentimentos pelo resto dos meus dias. A garota dos meus sonhos!
G: - Que legal, Tonho! E quem é?
A: - Estou falando com ela...
G: - Aham. Certo, Tonho. Mas... como amigos, né?
A: - Well...
G: - Não leve a mal, Tonho, mas é que... eu já tenho namorado, sabe?
A: - E não pode ser um pouquinho infiel?
G: - Sabe o que é? Eu acho que... não vale a pena!
A: - Como é que é?
G: - Sedução, Tonho, é a arte de se dizer o que não se faz pra fazer o que não se diz. E eu nunca senti firmeza em você.
Te acho bonito, mas... não sinto nada! É como com a Marilyn Monroe!
A: - ...é?
G: - Entenda, pra mim o cara não precisa ser forte, simpático, ou sequer inteligente. De fato, você teria grandes chances
comigo, não fosse por um detalhe: eu olho pro recheio das calças, se é que você me entende... além disso, não posso
iniciar uma relação com alguém que me ajudou tanto fazendo perceber que posso ter uma amizade duradoura sem o
menor interesse físico.
A: - Hkdjfh...
G: - Não faz essa cara que tá todo mundo olhando pra cá!
A: - Glória, eu vou fazer cara de quê??
G: - Deixa eu ver... vira de lado... não. Tenta mexer um pouco as sobr... quem sabe se... impossível. Vamos fazer uma
coisa? Sai prum lado que eu saio pro outro, tá? Assim... com cuidado... sem alarde."
Zumbi do Mato
18/02/01 - "Justo quando eu me sentia um cocô, uma mosca pousa em mim e confirma que eu sou!"18/02/01 - "Quem é mais idiota do que eu, sou retardado, lesma podre sem cabeça, Zumbi do Mato morde a mente do praneta, eu sou a ostra intelectual, QI de samambaia de pásticro, complexo de cabeça de merda, que anda com duas perna, tem 10 imbecis no mundo e eu sou todos eles, escorro pelas paredes de tamanha estupidez! Doce de abóbora com carne seca, Zumbi do Mato!"
03/02/01 - "Oh let me repeat that name a hundred times, a thousand times over; for three days now it has lived within me, oppressed me, set me afire. I am not writing to you, no, I am close beside you. I see you, I hear you... Eternity in your arms... Heaven, hell, all is within you and even more than all... Oh! Leave me free to rave in my delirium. Mean, cautious, narrow reality is no longer enough for me. We must live out lives to the full, our loves, our sorrow...! Oh! you believe me capable of self-sacrifice, chastity, temperance and piety, do you not? But let no more be said of this... it is for you to question, to draw conclusions, to save me as you see fit. Let me be mad, senseless since you can do nothing, nothing at all for me. It is good for me to speak to you now. This is to be! To be!!!" ~ Franz Liszt
02/02/01 - salvem as cowgirls brasileiras!! leia essa mensagem enviada para o site dch
02/02/01 - o que é legal hoje: moby. o que foi legal ontem: the gilmore girls
01/02/6001 - o psy log mais nonsense, demente e ilógico da web nasce!
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